Uma das atividades do projeto foi desenvolvida na manhã de hoje, dia 31
de março, onde os alunos do Ensino Médio do Ceja Smoeste visitaram a
estação de tratamento da CASAN de São Miguel do Oeste.
Na visita puderam conhecer o processo de tratamento da água.
segunda-feira, 25 de maio de 2015
VISITAS DE ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO UNIDADE DESCENTRALIZADA DE BELMONTE
Na noite de quinta-feira dia 26 de março a diretora Rosilene Demarco Sbeghen e a Assistente de Educação Nelise Fatima deram continuidade ao roteiro de visitas de acompanhamento nas unidades descentralizadas. Na unidade de Belmonte uma turma está cursando o ensino médio e no momento estão com aulas de Física e Matemática. A oferta da EJA em Belmonte é fruto da parceria entre CEJA-GERED-SDR e a Prefeitura Municipal.
quinta-feira, 30 de abril de 2015
PROPOSTA CURRICULAR DE SANTA CATARINA
GRUPO 03
CONSIDERAÇÕES
INICIAIS
A atualização da proposta curricular
de Santa Catarina ocorreu em face dos desafios contemporâneos que permeiam o
campo educacional, ao mesmo tempo em que
se reconhece a pertinência e atualidade das suas bases históricas e metodológicas.
Desde os anos 1980 intensificava-se
os debates educacionais em torno de
questões curriculares, dispostos a
construir a nova alternativa curricular. No período entre 1988 a 1991 é
formulada a 1º edição da Proposta Curricular de Santa Catarina que define a
composição do sujeito, de projeto, de
escola, e de sociedade.
Nos últimos anos, novas demandas
sociais, educacionais e curriculares vem
induzindo a reformulação das diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação
Básica. Este Processo de atualização esta fundamentada por três viés: 1º Perspectiva de formação integral; 2º Concepção do
percurso formativo visando superar o etapismo escolar e a razão fragmentária que
ainda predomina na organização curricular, 3º Atenção a concepção de diversidade no reconhecimento
das diferentes configurações indenitárias
e das novas modalidades da educação.
O
presente documento esta estruturado em duas seções: A primeira é dedicada a
apresentar o resultado das dimensões sobre ”Educação Básica e Formação
Integral” e incluir o debate em torno dos conceitos de percurso formativo e
diversidade. Na segunda parte destacam-se
as atribuições das áreas do conhecimento para a Educação Básica e a
Formação Integral.
O grupo que trabalho tem consciência
de que um dos principais desafios é
aproximar o que propõe a teoria e a pratica de sala de aula e da gestão
escolar.
EDUÇAÇÃO BÁSICA E
FORMAÇÃO INTEGRAL
A Formação integral tem sua luta histórica pela
emancipação humana e as possibilidade e da transferência da sociedade se dão
através da mesma. Na busca pela formação
integral, a escolarização ocupa um lugar central, sendo o currículo entendido
como a expressão direta e o sujeito. A educação integral é um desafio, uma vez que
pressupõe o cotidiano de outras demandas, entretanto se faz necessário uma mudança de currículo escolar e da própria
escola, buscando uma formação emancipatória, autonomia e libertaria, para uma
formação critica, que reconheça o direito a diferença a diversidade cultural e
indenitária.
Nessa perspectiva de formação
integral as áreas de linguagem, ciências humanas, ciências da matemática
devem-se permanentemente se relacionar bem como com o cotidiano e com a escola.
Portanto a formação integral precisa ser incorporada em cada componente curricular
e área de conhecimento e a articulação entre elas.
ATIVIDADES
PRINCIPAIS DE DESENVOLVIMENTO HUMANO CONTRIBUIÇÕES PARA O PERCURSO FORMATIVO
Ao longo de toda a caminhada de
formação, os processos de aprendizagem necessitam oferecer aos sujeitos um amplo
leque de vivencias.
No caso das fases de desenvolvimento
da criança, onde ela passa a ocupar outro espeço na sociedade, os processos
educativos devem considerar a importância e a contribuição, da ludicidade como
uma estratégia metodológica e pedagógica importante .
PROCESSO FORMATIVO
Neste sentido o
percurso de formação a ser desenvolvida
pela escola estrutura-se em torno de uma
organização curricular tendo em vista as especificidades que constituem as diversidades
de cada sujeito.
É
fundamental que as praticas pedagógicas desenvolvidas na escola
tenham a importância do desenvolvimento
de todas as potencialidades humanas.
Ao propiciar a viabilização do
direito a igualdade, acesso ao conhecimento e permanência de todos, incluindo
os adultos e idosos e priorizando os de zero a 17 anos.
O professor é um organizador da atividade e para isto sabe o que esta em jogo
no espeço da sala de aula.
1.1.1
REVISTINDO OS FUNDAMENTOS TEORICOS METODOLOGICOS DA PROPOSTA CURRICULAR
DO ESTADO DE SANTA CATARINA
A
proposta Curricular esta pautada na teoria-histórico-cultural e de atividade.
Processo pelos quais cada sujeito, produz sua própria humanidade.
Vivendo em grupo os seres humanos
desenvolvem a necessidade de se organizar em atividades praticas e de
integração com os demais. Tanto as características humanas especificas quanto a
linguagem e a consciência resultam de ações
coletivas e históricas do ser humano, determinadas pelo entorno que compõe os mundos diversos.
É
através da mediação que permite que as gerações
percussoras assegurem
as novas o conhecimento e os traços culturais pelos
que antecederam.
Mas é na sua
singularidade que este se humaniza.
Em um 2º momento tais funções se
constituem em atividades individuais com propriedades internas do pensamento.
Importante compreender que a
aprendizagem e o desenvolvimento são processos intimamente imbricados. Os
conceitos são elaborados como conceitos do cotidiano e sistematizados através da iteração. É na generalização dos
conceitos que se torna possível os
conhecimentos perpassando pelas diferentes matrizes do currículo.
Cursistas
Bernardete de
Lurdes Agostini Dill
Dalva Marisa
Lazaretti
Iracema Aparecida
Schneiders
Maria Doraci Oro
Povala
Maria Genoveva
Vedoy
Patricia Ferreira
Sonia Lurdes
Magrini
PROPOSTA CURRICULAR DE SANTA CATARINA
GRUPO 02
EDUCAÇÃO
BÁSICA E FORMAÇÃO INTEGRAL
A
Proposta Curricular de Santa Catarina norteia as ações pedagógicas na rede
estadual de ensino. As primeiras edições foram formuladas nos anos de 1988 e
1991. Posteriormente outros escritos foram lançados em 1998 e 2005. Em 2014 tendo
como base as novas demandas da educação no estado bem como no cenário nacional
e global surge a “Proposta Curricular de Santa Catarina: Formação Integral na
Educação Básica”. Esse documento não é novo, mas corresponde a um processo de atualização
dos escritos anteriores resultante do envolvimento e contribuições dos
educadores de todo o estado de Santa Catarina.
Ele
preconiza a formação integral, uma formação que vai além dos espaços escolares
e reconhece outras demandas como a saúde, o esporte, a inclusão digital, a
cultura, áreas essas que a escola precisa dialogar. A própria LDB- Lei de
Diretrizes e Bases da Educação afirma que a educação deve garantir o pleno
desenvolvimento humano, isso vem de encontro ao que propõe a Proposta Curricular
que reitera que o sujeito tem direito a uma formação que tenha como parâmetro
todas as dimensões que constituem o ser
humano. Uma formação que garanta o direito à diferença, a diversidade cultural
e identitária, as dimensões da estética, ética, política, espiritual,
socioambiental, técnica e profissional.
Assim,
para que a educação integral se materialize a instituição escola e os
currículos escolares devem ser reconfigurados, superando o isolamento
disciplinar, valorizando os diversos saberes, reconhecendo e valorizando a
diversidade, ampliando a autonomia dos sujeitos, estabelecendo redes de saberes
e democratizando a gestão dos processos, valorizando o trabalho coletivo.
Já as práticas pedagógicas desenvolvidas na
escola devem considerar todas as potencialidades humanas, devem contribuir com
ser humano de forma a sentir completo a partir de sua convivência em sociedade
e de seu trabalho. A escola deve garantir a todos o direito à igualdade de
condições de acesso ao conhecimento. A atividade orientadora de ensino permite
dialogar com as diferentes formas do conhecimento. Exigir pensar em estratégias
metodológicas que permitam aos estudantes da educação básica a apropriação,
compreensão e a produção de novos conhecimentos. Uma atividade é orientadora
porque o professor parte do pressuposto de que o resultado final da
aprendizagem é o fruto das ações negociadas e tem consciência de que não domina
o conjunto da sala de aula e da turma. Diante disso as escolhas do trabalho
pedagógico permite aos sujeitos a ampliação de seus repertórios culturais, sem
negar aquilo que já sabem.
Toda
organização pedagógica sempre é baseada em teoria histórico-cultural e da sua
atividade como sujeito singular que produz a sua própria humanidade, e que por conseqüência,
demanda a sua sobrevivência, que é onde o ser humano passa a viver e agir em
grupos. Vivendo em grupos os seres humanos desenvolvem a necessidade então de
organizar as atividades práticas, interagindo. A linguagem é algo que se
desenvolve a medida que o ser humano se possibilite referir-se a objetos e
vivências. A PCSC defende características humanas específicas quanto a
linguagem e a consciência o que define essa ação coletiva e histórica do ser
humano. Nisso tudo a função dos profissionais que atuam na educação Básica é
organizar, planejar as atividades orientadoras de ensino de modo que as
interações e os processos de mediação cumpram com a função que lhes cabe em
meio as necessidades contemporâneas. A eles também cabe o compromisso, a
responsabilidade dessa organização, desse planejamento que aos professores não
significa desconsiderar o potencial mediador das interações com os colegas
tanto quanto os sujeitos do universo escolar. É importante compreender que a
aprendizagem e o desenvolvimento são processos intimamente se sobrepõem. É também importante considerar o seu
desenvolvimento ser imediato dos sujeitos envolvidos no processo quando da
organização das atividades orientadas de ensino. Enfim, o conceito é
sempre um instrumento intelectual de entendimento do seu real, para que então
os seres humanos sejam capazes de estabelecer relações dialéticas de
compreensão da sua realidade. Tudo é resultado do esforço coletivo
significativo da atividade mental na direção da comunicação, do conhecimento e
da busca da resolução de problemas de uma realidade analisada.
A
atividade principal não é aquela que em determinado momento do percurso
formativo o sujeito dedica maior parte de seu tempo, não é, também, a única
presente naquele período de desenvolvimento. Cada atividade principal surge dos
conflitos gerados no âmbito da atividade principal antecedente, numa relação
dialética. (DAVIDOV, 1988).
É
importante que a escola promova atividades relacionadas a diferentes áreas do
conhecimento, bem como a valores éticos, estéticos e políticos.
São
as atividades principais do desenvolvimento humano que definem as estratégias
metodológicas a serem adotadas para a consecução dos objetivos educacionais,
tendo em vista, a formação integral dos diferentes sujeitos acolhidos em toda a
Educação Básica.
Estas
atividades principais são vivenciadas em toda sua vida. Foram identificadas como
atividades principais responsáveis pelas neoformações psíquicas no ser humano: a
comunicação emocional direta com os adultos que predomina nos seis primeiros meses;
outra é a atividade objetal-manipulatória, característica da criança nos
primeiros anos de vida; os jogos protagonizados se constituem na atividade
principal das crianças após os primeiros anos de vida; a atividade de estudo é
definida nas crianças nos anos iniciais do Ensino Fundamental.
A
partir da necessidade e participação em atividades de estudo, desenvolvem-se
nos sujeitos a consciência, o ato criador e o pensamento teórico. As atividades
organizativas-sociais, desportiva, artísticas, entre outras, também ocorrem
através da atividade do estudo e por intermédio delas, desenvolvem-se nos
sujeitos as demandas relacionadas ao trabalho.
Em
cada momento do desenvolvimento humano há atividades principais responsáveis
pelas neoformações psíquicas, e que estas, não desaparecem completamente,
constituindo-se em linhas subsidiárias do desenvolvimento, ao longo de todo o
percurso formativo.
Considerando os sujeitos dentro de seus
diferentes contextos, a Proposta Curricular apresenta diferentes formas de
organização escolar, sendo elas: a Seriação,
que se caracteriza por ano/série, onde os conteúdos procuram obedecer “uma
lógica” que segue o conhecimento produzido socialmente, onde a ordem ano/série
determina a complexidade dos conteúdos de cada componente curricular.
Outra forma de organização são os Ciclos de Formação, onde existe a
compreensão que permite dividir os sujeitos do processo em três grupos etários,
onde o respeito aos conhecimentos e ao desenvolvimento de cada sujeito, assim
como a forma como esses aprendem são os principais pontos dessa forma de
organização escolar.
A Pedagogia
da Alternância está ligada mais diretamente com a Educação do Campo, a
Educação Quilombola, Indígena e outras. Esta organização consiste em “momentos
pedagógicos” que proporcionam aos educandos articular os conhecimentos
adquiridos com suas experiências no trabalho e na comunidade em que está
inserido, tornando-o sujeito de sua própria formação.
Independente da organização pensada para
cada espaço escolar é imprescindível que esta torna possível a educação
integral dos educandos. Assim a avaliação torna-se importante ferramenta de
diagnóstico, de intervenção e de replanejamento do percurso formativo dos
sujeitos envolvidos no processo.
Devidamente explicitada do Projeto
Político Pedagógico da escola, a avaliação deve proporcionar uma visão ampla do
processo de ensino/aprendizagem, possibilitando que todos aprendam, sem
sínteses individualizadas dos educandos.
A avaliação deve proporcionar a inclusão dos envolvidos, e não adotar um
sistema de classificação/exclusão.
A avaliação torna-se fundamental para a
elaboração e apropriação do conhecimento, e pode considerar diferentes formas
de registros (rodas de conversa, mostra de trabalhos, experimentos e relatos,
testes orais e escritos, desenhos, painéis e outros) para que a análise sobre o
processo formativo proporcione as mudanças necessárias. A Proposta Curricular
cita ainda, o Conselho de Classe como espaço coletivo para tomadas de decisões
acerca do processo de aprendizagem.
Surgiram recentemente, avaliações
institucionais e de avaliação externa em larga escala (provas Brasil, PISA e
ENEM), que implicam no trabalho pedagógico e na organização escolar. Assim, o
Projeto Político Pedagógico da escola torna-se o espaço da avaliação
institucional, considerando os planejamentos e conselhos de classe.
A Proposta Curricular de Santa Catarina
prevê a necessidade de constituição do Conselho de Escola, “no qual as decisões
são colegiadas, inclusive as de planejamento e avaliação das ações educativas”.
Toda a comunidade escolar deve participar do processo, para que os sujeitos
compreendam a importância da educação integral, que deve respeitar os saberes
adquiridos e as vivências dos educandos, em diferentes fontes de informação
atuais, para que a escola possa cumprir sua função social que é, de acordo com
a Proposta Curricular, ampliar os conhecimentos sistematizados, desenvolver a
criatividade e o pensamento teórico.
Na
estruturação do trabalho pedagógico são necessário alguns aspectos para a
organização de atividades em sala de aula, uma organização levando em
consideração as peculiaridades do meio e das características, interesses e
necessidades dos estudantes, para que haja a efetivação do processo de formação
integral.
A partir
desse entendimento, a instituição escolar toma para si possibilidades e
necessidades de se relacionar com outras instituições, tendo clareza sobre seu
papel, o qual precisa estar explicitado no Projeto Político Pedagógico.
A Escola
é um espaço social de mediação que desenvolve o ato criador, o pensamento
teórico, espaço de institucionalização do desejo de aprender, levando em
consideração o acesso, permanência e a aprendizagem. Nesse pressuposto cabe
pensar o currículo escolar como um contexto em permanente (re) elaboração, com
práticas que se renovem e sejam mediadas pelo entorno histórico, social e
cultural que se reconheçam seus conhecimentos prévios como ponto de partida, e
também ver a escola com olhar arquitetônico educativo, com aspectos
pedagógicos, voltados para uma educação integral envolvendo o sujeito dentro de
seus espaços de vida, sejam eles urbanos, rurais, das periferias urbanas,
quilombos, aldeias indígenas, etc...
Nesse
sentido, é possível repensar o currículo, organizando-o por áreas, formulando
conceitos fundamentais e assumindo planejamento e posturas de trabalho docente
coletivo, na perspectiva da totalidade, estabelecendo a articulação entre os
saberes e os fazeres dos sujeitos e os conhecimentos científicos.
Cursistas:
Janete Palú, Cristian Mello, Rosilene Demarco Sbeghen, Elisangela Ecker, Odete
Rhoden, Aline Bonamigo.
quarta-feira, 29 de abril de 2015
PROPOSTA CURRICULAR DE SANTA CATARINA
Leitura e discussão da página 17 à 49.ABRIL- 04 horas a distância- Até 30 de abril. O quê? Produzir um texto (paper) coletivo por grupo, a partir do estudo realizado em sua unidade escolar, no início do ano letivo, dias 04, 05 e 06 de fevereiro de 2015, sobre a Educação Básica e Formação Integral (p. 17 à 49 da Proposta Curricular de Santa Catarina-PCSC).
GRUPO 01
Texto sobre a PC Santa Catarina/2014
A atualização da Proposta Curricular de Santa
Catarina aconteceu para atender o momento histórico que estamos vivenciando
numa época de globalização que envolve diferentes culturas, etnias, origens,
perante os desafios contemporâneos.
Essa reformulação fez-se necessário, pois a
concepção de sujeito, de escola e de sociedade, o qual, está contemplado na
primeira Proposta Curricular de Santa Catarina já não atende as demandas
sociais atuais.
Conforme a nova Proposta Curricular
2014, p. 20, o processo de atualização da Proposta Curricular orienta-se por
três fios condutores que se colocam como desafios no campo educacional:
1)perspectiva de formação integral,
referenciada numa concepção multidimensional de sujeito; 2) concepção de
percurso formativo visando superar o etapismo escolar e a razão fragmentária
que ainda predomina na organização curricular e 3) atenção à concepção de
diversidade no reconhecimento das diferentes configurações indenitárias e das
novas modalidades da educação.
A reformulação da nova Proposta Curricular de
Santa Catariana, versão 2014, pode
contar com a participação de diversos profissionais de diferentes áreas do
Conhecimento e divide-se em duas partes:
A primeira parte apresenta o resultado
daquilo que foi discutido sobre Educação Básica e formação integral, apresenta
e aborda conceitos de percurso formativo e diversidade. A segunda parte aborda
as contribuições das áreas do conhecimento e da formação integral.
Desta forma ressalta a importância do desafio
de aproximar a teoria da prática docente. A formação integral tem uma acentuada
importância na educação básica, pois quanto mais integral a formação do sujeito
maior a transformação da sociedade.
Um dos objetivos da nova proposta é discutir
como a escola pode através da educação integral contribuir para essa
transformação historicamente buscada por homens e mulheres. Neste contexto,
vale repensar a estruturação do trabalho pedagógico, pois o currículo escolar
deve estar pautado na formação de ser humano integral e, é necessário repensar;
o tempo, o espaço e o próprio currículo. Também é necessário reordenar
aprendizagens e ações, pois é através da
educação, e somente através dela, que muitos realizam mudanças de vida. Sendo
assim, a Proposta Curricular de Santa Catarina repensa a utilização de todo o
espaço escolar, pois todo o espaço é educativo e não somente o espaço de sala
de aula.
A Educação Integral não cabe dentro dos muros
da escola, ela busca novos espaços, pois extrapolar os muros da escola implica
em novas formas de aprendizagens, pois sabemos que a ação pedagógica não se dá
somente na escola, mas em outros espaços.
“Nesse sentido, a proposta da educação
integral é ampliar o
repertório vivencial da vida escolar dos sujeitos, buscando relacionar os
conceitos sistematizados às vivências na comunidade”.
Segundo a Proposta Curricular 2014, p. 48 ,é importante destacar que, mais
recentemente, outras dimensões de avaliação vêm implicando na vida e, por
consequência, na organização do trabalho pedagógico das escolas. Além da
avaliação da aprendizagem tradicionalmente desenvolvida para qualificar os
processos de ensino e aprendizagem, surgem propostas de avaliação institucional
e de avaliação externa em larga escala, como as provas Brasil, do PISA e do
ENEM.
Dentro desta proposta, a educação é vista
como investigativa e não somente como acerto de contas. Sendo assim, a
avaliação deve ser um instrumento de inclusão e não de classificação ou
exclusão, deve ser indicador do nível de desenvolvimento do estudante e um
repensar pedagógico e metodológico do professor.
A partir da atualização da Proposta
Curricular de Santa Catarina compreende-se a importância do PPP da escola. O
Projeto Político Pedagógico é a organização das ações escolares, é o trabalho
efetivo, tem como um dos objetivos resgatar o sentido político do planejamento
escolar. É sem dúvida alguma uma construção coletiva, um instrumento do fazer;
busca o envolvimento entre a escola e comunidade.
O PPP deve estar pautado em estratégias metodológicas
que permitam a comunidade escolar a
desenvolver formas de pensamento e a produção de novos conhecimentos.
Segundo a Proposta Curricular, versão
2014, p. 49, é urgente que a escola valorize, pois, os saberes que os sujeitos
trazem dos diferentes espaços sociais em que estabelecem relações
intersubjetivas, quer seja dos filmes a que assistem, das fotografias, da
televisão, dos quadrinhos, da literatura e dos diferentes modos de produção.
Sendo assim, o ato criador e do
pensamento teórico é função social da escola.
Grupo 01:
Eliana CimaraRuschel Vergani
IonaraSchenatto
José Carlos Menegotto
LorianeSmaniotto
Sandra Malmann
Marli Teresinha Caus de Lucca
Neura Fachi
NeliseVacarin
quinta-feira, 26 de março de 2015
EDUCAÇÃO DA CULTURA DIGITAL-SOCIALIZAÇÃO DA EXPERIÊNCIA
ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO NA CULTURA DIGITAL
PLAC 02
Tutora: Michele Magrini.
Cursistas: Janete Palú, Rosilene Demarco Sbeghen, Cristiane Vizentin e Monaliza De Negri Mombach.
Atividade 5: Socialização da Experiência
O grupo do CEJA se reuniu e socializou as experiências desenvolvidas, e dentre elas foi escolhido o tema "PLANEJAR EM REDE" realizado com professores, uma vez que nosso grupo é formado, em sua maioria por pessoas que atuam nas equipe gestora do CEJA e GERED.
A narrativa digital da experiência foi organizada no prezi e está disponível no seguinte link
http://prezi.com/c0cltugwn0o7/?utm_campaign=share&utm_medium=copy
http://prezi.com/c0cltugwn0o7/?utm_campaign=share&utm_medium=copy
sexta-feira, 20 de março de 2015
Show Didático Escolar - CEJA São Miguel do Oeste. Gaspo "Harmônica" interpretando a música de Oly Jr. Onde Está o Meu dinheiro.
Me obriguei a tocar um Oly Jr. no show de ontem, para os alunos do Ceja Smoeste. É claro que a galera cantou junto...
https://www.youtube.com/watch?v=2jkpMUKY6KY&feature=youtu.be
https://www.youtube.com/watch?v=2jkpMUKY6KY&feature=youtu.be
Aula de leitura do dia 23/02/2015
Texto da aula de leitura do dia 23 de fevereiro, contribuição da professora Aline Bonamigo!
O texto está alinhado ao eixo norteador do trabalho pedagógico 2015 que é:
"CEJA, lugar de:
acreditar, conviver, relacionar, significar e sonhar"!
No primeiro bimestre estamos trabalhando a palavra ACREDITAR, promovendo a reflexão sobre:
Auto-estima
Ser humano
Sentimentos
Valores.
O texto está alinhado ao eixo norteador do trabalho pedagógico 2015 que é:
"CEJA, lugar de:
acreditar, conviver, relacionar, significar e sonhar"!
No primeiro bimestre estamos trabalhando a palavra ACREDITAR, promovendo a reflexão sobre:
Auto-estima
Ser humano
Sentimentos
Valores.
segunda-feira, 16 de março de 2015
Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio- SISMÉDIO
Grupo do CEJA de São Miguel do Oeste realizando
seus estudos do Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio-
SISMÉDIO no sábado dia 07 de março. Muitas discussões e
debates.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
O CEJA- Centro De Educação De Jovens E Adultos. retomou suas atividades.
Já no dia 04, os professores retornaram à escola. Foi uma semana de muito trabalho, estudo e planejamento voltados ao bom andamento do ano letivo de 2015.
Bom retorno a todos!
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